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Acesso a Clientes

O desafio será encontrar um equilíbrio que modernize o mercado sem comprometer o propósito social do PAT e a segurança alimentar do trabalhador.

Simone Marques

CEO

A VR em 2025/26

O ano de 2025 representou um avanço importante para a VR, com a consolidação de um ecossistema integrado de soluções que tem como premissas a democratização de acesso para empresas e o empoderamento econômico para trabalhadores. Hoje, a VR impacta positivamente a rotina de mais de 4 milhões de trabalhadores em todo o Brasil e mais de 33 mil empresas-clientes, que contam com soluções de RH Digital, produtos financeiros, mobilidade, marketplace, benefícios, gestão de despesas e viagens corporativas.

Entre os destaques do ano está o lançamento do SuperPortal, plataforma que gera economia de até 50% no tempo gasto pelas empresas e redução média de até 12% nos custos. No SuperApp, a VR implementou pagamento por aproximação (NFC) e ampliou o crédito consignado com inadimplência de apenas 3%.

Para 2026, a palavra-chave é expansão. Pensando na democratização de acessos, a VR lançou o Clube VR, solução que zera taxas e oferece serviços essenciais aos estabelecimentos. Ademais, reforça seu compromisso com impacto social através do Cartão VR + CUFA, que devolve até 1% dos valores creditados para a instituição, transformando um hábito recorrente (o uso do benefício) em apoio às iniciativas nas favelas. A expectativa é contribuir com cerca de R$ 7 milhões para o desenvolvimento de projetos sociais nos próximos três anos.

Cartões de Benefícios

As últimas mudanças interferiram no mercado como um todo. Reconhecemos que a evolução do PAT é necessária e estamos sempre dispostos a dialogar em defesa da inovação, manutenção e sustentabilidade do programa. Porém, ao impor um arranjo aberto sem observar as premissas do PAT nos processos de credenciamento e monitoramento, o decreto transforma os benefícios alimentares em meios de pagamento, mudança que impacta a função principal do PAT, que é garantir acesso à alimentação ao trabalhador.

O impacto disso para credenciadoras e estabelecimentos é uma vez que o benefício se torne um mero meio de pagamento e não havendo fiscalização sobre rede e a destinação específica, sua utilização para outras finalidades desviará fluxo dos restaurantes e supermercados, o que impactará a todos.

Já para as empresas contratantes e os trabalhadores, há o risco de enfraquecimento dos mecanismos que asseguram que o recurso seja destinado exclusivamente à alimentação, o que pode causar o esvaziamento da política pública e, eventualmente, levar à sua extinção. O desafio será encontrar um equilíbrio que modernize o mercado sem comprometer o propósito social do PAT e a segurança alimentar do trabalhador.

As mudanças regulatórias refletem a evolução das relações de trabalho. Diante desse cenário, e a VR segue avaliando atentamente os impactos do decreto e avançando em sua estratégia de transformação, um movimento que já fazia parte de sua trajetória antes mesmo das novas regras. Evoluir faz parte do DNA da VR, que vem ampliando seu portfólio com soluções de RH digital, mobilidade, serviços financeiros, marketplace e gestão de despesas e viagens corporativas, com o objetivo de se consolidar como um ecossistema completo e integrado para trabalhadores e empregadores.

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