{"id":82016,"date":"2026-10-22T11:02:27","date_gmt":"2026-10-22T14:02:27","guid":{"rendered":"https:\/\/cardmonitor.com.br\/ccd\/?p=82016"},"modified":"2026-10-22T11:02:27","modified_gmt":"2026-10-22T14:02:27","slug":"neon-tem-1o-semestre-mais-lucrativo-da-historia-c6-amplia-ganho-e-creditas-reduz-prejuizo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cardmonitor.com.br\/ccd\/cardclipping\/2026\/10\/neon-tem-1o-semestre-mais-lucrativo-da-historia-c6-amplia-ganho-e-creditas-reduz-prejuizo\/","title":{"rendered":"Neon tem 1\u00ba semestre mais lucrativo da hist\u00f3ria, C6 amplia ganho e Creditas reduz preju\u00edzo"},"content":{"rendered":"<p>Finsiders Brasil (Internet), em 21\/10\/2026, por Murilo Melo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 um ano, Neon e Creditas fecharam a primeira metade do ano no vermelho, enquanto o C6 Bank seguia lucrando. Agora, o retrato mudou. A Neon registrou, de janeiro a junho deste ano, o primeiro semestre lucrativo da sua hist\u00f3ria. O C6 voltou a aumentar o ganho e passou de R$ 1,2 bilh\u00e3o. J\u00e1 a Creditas continua com preju\u00edzo, por\u00e9m menor, e com a opera\u00e7\u00e3o cada vez mais perto do equil\u00edbrio, segundo informa\u00e7\u00f5es da empresa.<\/p>\n<p>Depois de anos amargando perdas, a Neon tem motivo para comemorar. A fintech, que divulgou os n\u00fameros em outubro, lucrou R$ 43,2 milh\u00f5es no primeiro semestre de 2026. Para ter ideia do tamanho da virada, no mesmo per\u00edodo do ano passado a empresa havia perdido R$ 35 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Leia \u00edntegra abaixo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Neon tem 1\u00ba semestre mais lucrativo da hist\u00f3ria, C6 amplia ganho e Creditas reduz preju\u00edzo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 um ano, Neon e Creditas fecharam a primeira metade do ano no vermelho, enquanto o C6 Bank seguia lucrando. Agora, o retrato mudou. A Neon registrou, de janeiro a junho deste ano, o primeiro semestre lucrativo da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O C6 voltou a aumentar o ganho e passou de R$ 1,2 bilh\u00e3o. J\u00e1 a Creditas continua com preju\u00edzo, por\u00e9m menor, e com a opera\u00e7\u00e3o cada vez mais perto do equil\u00edbrio, segundo informa\u00e7\u00f5es da empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nenhuma delas, por\u00e9m, atravessou o semestre s\u00f3 com boas not\u00edcias. Na Neon, a tesoura nos gastos deu certo, e as despesas praticamente n\u00e3o sa\u00edram do lugar. Por outro lado, a base de dep\u00f3sitos ficou parada em R$ 6,5 bilh\u00f5es, e a folga de capital sobre o m\u00ednimo exigido continua apertada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No C6, a receita deu um salto de 48% e a carteira de cr\u00e9dito encostou nos R$ 100 bilh\u00f5es. Em compensa\u00e7\u00e3o, a reserva para calotes mais do que dobrou, e a inadimpl\u00eancia subiu. J\u00e1 a Creditas bateu recorde de novos empr\u00e9stimos e colocou os custos na linha. Ainda assim, segue no preju\u00edzo, viu a margem recuar e terminou junho com patrim\u00f4nio menor do que tinha em dezembro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/uploads.finsidersbrasil.com.br\/2026\/10\/DESTAQUE-resultado-das-fintechs-1-semestre-2026_fnal-1000x563.jpg\" alt=\"Neon, C6 e Creditas: resultados do 1\u00ba semestre\" width=\"725\" height=\"408\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Neon finalmente sorri<\/strong><\/p>\n<p>Depois de anos amargando perdas, a Neon tem motivo para comemorar. A fintech, que divulgou os n\u00fameros em outubro, lucrou R$ 43,2 milh\u00f5es no primeiro semestre de 2026.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para ter ideia do tamanho da virada, no mesmo per\u00edodo do ano passado a empresa havia perdido R$ 35 milh\u00f5es. Ou seja, a diferen\u00e7a entre um semestre e outro chega a quase R$ 80 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a companhia, a mudan\u00e7a come\u00e7ou a aparecer no segundo semestre de 2025, quando o preju\u00edzo caiu para R$ 8,1 milh\u00f5es. Desde o quarto trimestre do ano passado, j\u00e1 s\u00e3o tr\u00eas trimestres seguidos com lucro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A receita do sucesso tem dois ingredientes: vender mais e gastar menos. As receitas de intermedia\u00e7\u00e3o financeira, que re\u00fanem o que a empresa ganha com juros e outras opera\u00e7\u00f5es financeiras, somaram R$ 2,1 bilh\u00f5es, alta de 23,9% em 12 meses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00f3 o cr\u00e9dito rendeu R$ 1,6 bilh\u00e3o, avan\u00e7o de 26,7%. Enquanto o dinheiro entrava em ritmo acelerado, as despesas com pessoal, administrativas e de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os subiram t\u00edmidos 2,1%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com isso, o \u00edndice de efici\u00eancia caiu de 36% para 31%. Traduzindo, a cada R$ 100 que entram no caixa, a Neon gasta R$ 31 para fazer a m\u00e1quina funcionar. E, nesse indicador, quanto menor, melhor. H\u00e1 dois anos, a conta era 24 pontos percentuais mais alta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A fintech tamb\u00e9m conta que gasta menos de R$ 10 por m\u00eas, em m\u00e9dia, para atender cada cliente ativo, sem incluir os custos para conquistar novos clientes, as perdas com calote e as despesas de capta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEsse resultado \u00e9 mais um passo importante na jornada que temos executado com muita disciplina nos \u00faltimos anos\u201d, afirmou Jamil Marques, que comanda as \u00e1reas de finan\u00e7as (CFO, na sigla em ingl\u00eas) e de opera\u00e7\u00f5es (COO) da Neon.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Neon: cr\u00e9dito sobe 23,6%<\/strong><\/p>\n<p>No cr\u00e9dito, a carteira bruta chegou a R$ 8,7 bilh\u00f5es, alta de 23,6% em 12 meses. E a cara dela tamb\u00e9m mudou. O consignado privado, empr\u00e9stimo com parcelas descontadas no sal\u00e1rio de trabalhadores do setor privado, cresceu 18% no semestre, quase o dobro do cart\u00e3o de cr\u00e9dito (10%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como o desconto em folha reduz o risco de calote, a provis\u00e3o para perdas esperadas subiu 12,6%, para R$ 808,8 milh\u00f5es, cerca de metade do ritmo da receita de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O resultado aparece no bolso. A margem de juros l\u00edquida ajustada ao risco, que mostra quanto sobra dos juros recebidos depois de pagar a capta\u00e7\u00e3o e descontar os calotes, subiu de 7,5% para 8,4%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O patrim\u00f4nio l\u00edquido somou R$ 1,4 bilh\u00e3o, e o \u00cdndice de Basileia, term\u00f4metro de quanto capital pr\u00f3prio o banco tem para bancar os riscos da carteira, ficou em 12,6%, acima do m\u00ednimo de 10,5%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E quem pensa que a Neon apertou o cinto em tudo se engana. A fintech investiu cerca de R$ 200 milh\u00f5es no semestre para atrair clientes, desenvolver tecnologia pr\u00f3pria e explorar dados. Hoje, s\u00e3o mais de 27 milh\u00f5es de clientes, e a nota de satisfa\u00e7\u00e3o medida pelo Net Promoter Score (NPS) passou de 70 pontos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA entrada em um ciclo de rentabilidade \u00e9 apenas o in\u00edcio de uma nova fase, para a qual temos um plano ambicioso\u201d, avisou o CEO, Fernando Miranda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C6 volta a acelerar<\/strong><\/p>\n<p>Se a Neon estreou no lucro, o C6 Bank j\u00e1 \u00e9 veterano no assunto. O banco lucrou R$ 1,257 bilh\u00e3o no primeiro semestre deste ano, alta de 20% sobre os R$ 1,049 bilh\u00e3o do mesmo per\u00edodo do ano passado. Com isso, o Retorno sobre o Patrim\u00f4nio L\u00edquido M\u00e9dio (Roae), que mostra quanto o banco ganha para cada R$ 100 colocados pelos s\u00f3cios, ficou em 38%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A receita l\u00edquida voou 48%, de R$ 4,24 bilh\u00f5es para R$ 6,27 bilh\u00f5es. As despesas operacionais tamb\u00e9m subiram, 33%, para R$ 2,61 bilh\u00f5es, mas em ritmo menor. Resultado: o \u00edndice de efici\u00eancia melhorou de 46% para 42%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O motor desse crescimento atende pelo nome de cr\u00e9dito. A carteira expandida, que soma os empr\u00e9stimos e outros ativos com risco de cr\u00e9dito, chegou a R$ 99,8 bilh\u00f5es em junho, alta de 38% em 12 meses. E o banco gosta de garantias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nada menos que 82% da carteira tem algum tipo de prote\u00e7\u00e3o. O consignado p\u00fablico e privado responde por 45% do total, seguido pelo financiamento de ve\u00edculos (30%), pelos empr\u00e9stimos para pessoa f\u00edsica (13%), pelo cr\u00e9dito para empresas (11%) e pelo home equity, empr\u00e9stimo com im\u00f3vel em garantia (1%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C6: PDD mais que dobra; lucro depende de queda nos impostos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00f3 que crescer tanto tem custo. A expans\u00e3o do consignado privado, que exige mais reservas, fez a Provis\u00e3o para Devedores Duvidosos (PDD) saltar de R$ 996 milh\u00f5es para R$ 2,37 bilh\u00f5es, mais do que o dobro. No mesmo compasso, a inadimpl\u00eancia acima de 90 dias (NPL 90+, na sigla em ingl\u00eas) subiu de 3,2% para 3,6% em 12 meses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O banco pondera que, sem o efeito da Resolu\u00e7\u00e3o 4.966 do Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), que mudou as regras para dar baixa em empr\u00e9stimos atrasados e fez esses contratos ficarem mais tempo no balan\u00e7o, o indicador teria ficado em 2,6%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tem mais um detalhe que merece uma lupa. Antes dos impostos, o lucro ficou praticamente no mesmo lugar, R$ 1,29 bilh\u00e3o, contra R$ 1,27 bilh\u00e3o um ano antes. Quem fez a diferen\u00e7a foi o Imposto de Renda e a Contribui\u00e7\u00e3o Social, cuja conta despencou de R$ 223 milh\u00f5es para R$ 28 milh\u00f5es. E, quando a compara\u00e7\u00e3o \u00e9 com o segundo semestre de 2025, quando o banco lucrou R$ 1,415 bilh\u00e3o, o ganho at\u00e9 recuou cerca de 11%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Do lado do dinheiro que entra, as capta\u00e7\u00f5es somaram R$ 125,6 bilh\u00f5es, alta de 34%. Com R$ 170 bilh\u00f5es em ativos, o C6 subiu de categoria e passou a ser classificado como banco S2 pelo Banco Central (BC), que separa as institui\u00e7\u00f5es por tamanho e risco e cobra regras de capital mais r\u00edgidas das maiores. O \u00cdndice de Basileia ficou em 12,6%, abaixo dos 13,7% de junho de 2025, enquanto o patrim\u00f4nio l\u00edquido subiu de R$ 5 bilh\u00f5es para R$ 7 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Creditas ainda perde, mas perde menos<\/strong><\/p>\n<p>Das tr\u00eas, a Creditas \u00e9 a \u00fanica que segue no vermelho. Ainda assim, a not\u00edcia tem seu lado bom. Pelas Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS, na sigla em ingl\u00eas), a fintech de cr\u00e9dito com garantia perdeu R$ 154,3 milh\u00f5es no semestre, 17% a menos do que os R$ 186,2 milh\u00f5es de um ano antes. No segundo trimestre, o preju\u00edzo foi de R$ 66,8 milh\u00f5es, bem abaixo dos R$ 103,8 milh\u00f5es do mesmo trimestre de 2025.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto isso, a empresa diz que o neg\u00f3cio n\u00e3o para de crescer. A receita subiu cerca de 20% no semestre, para R$ 1,36 bilh\u00e3o. No segundo trimestre, a Creditas emprestou R$ 1,14 bilh\u00e3o em novos contratos, alta de 34,2% em 12 meses e terceiro recorde trimestral seguido. Com tanto empr\u00e9stimo novo, a carteira chegou a R$ 8,1 bilh\u00f5es, avan\u00e7o de 26,4%, dentro da meta de crescer mais de 25% ao ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pelos n\u00fameros gerenciais, aqueles que a pr\u00f3pria empresa usa para medir o pulso da opera\u00e7\u00e3o, o lucro bruto do trimestre somou R$ 271,6 milh\u00f5es, alta de 36%. A margem bruta, por\u00e9m, escorregou de 40% no primeiro trimestre para 37,6%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a Creditas, a culpa \u00e9 do peso maior de receitas corrigidas pela infla\u00e7\u00e3o, ligadas ao home equity, que rendem margens percentuais menores. Em compensa\u00e7\u00e3o, as despesas operacionais encolheram de 50% para 42,2% da receita em um ano, e o preju\u00edzo operacional gerencial ficou est\u00e1vel, em R$ 33,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Boa parte desse ganho de produtividade tem a assinatura da Intelig\u00eancia Artificial (IA). Na cobran\u00e7a, um agente de IA j\u00e1 atende sozinho todos os contatos por chat de clientes com o financiamento de ve\u00edculo em atraso inicial. Na programa\u00e7\u00e3o, 87% do c\u00f3digo incorporado em julho saiu de propostas geradas com IA. N\u00e3o por acaso, a receita anualizada por funcion\u00e1rio chegou a R$ 1,7 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Provis\u00f5es pesam no resultado, mas Creditas diz ter capital para crescer<\/strong><\/p>\n<p>Ent\u00e3o por que a conta ainda n\u00e3o fecha? A Creditas explica que as regras do IFRS obrigam a empresa a reconhecer boa parte das perdas esperadas logo no come\u00e7o dos contratos, enquanto os juros pingam aos poucos, ao longo de anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, quanto mais a carteira cresce, mais as provis\u00f5es pesam no resultado cont\u00e1bil. \u201cCada trimestre nesse caminho aumenta o valor da nossa plataforma e amplia a nossa base de ativos geradores de receita\u201d, defendeu a companhia no relat\u00f3rio da administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na parte de capital, o patrim\u00f4nio l\u00edquido cont\u00e1bil encolheu de R$ 379,4 milh\u00f5es, em dezembro, para R$ 284,3 milh\u00f5es, em junho. A empresa, por\u00e9m, prefere olhar para outro term\u00f4metro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O \u00edndice de capital usado nos seus contratos de d\u00edvida, que soma o patrim\u00f4nio aos cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios ainda fora do balan\u00e7o, ficou em 65,9%, bem acima da meta de 15%. A compra do Banco Andbank, conclu\u00edda em novembro de 2025, trouxe de quebra uma nova fonte de dinheiro, com R$ 3,7 bilh\u00f5es em dep\u00f3sitos, sobretudo Certificados de Dep\u00f3sito Banc\u00e1rio (CDBs).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E a fintech n\u00e3o ficou parada depois de fechar o semestre. Em julho, quitou antes do prazo US$ 40 milh\u00f5es em t\u00edtulos de d\u00edvida que venceriam em novembro e emitiu mais US$ 25,6 milh\u00f5es em pap\u00e9is com vencimento em 2029. Segundo a Creditas, tudo isso com fluxo de caixa neutro, o que permite bancar o crescimento sem pedir dinheiro novo aos s\u00f3cios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Finsiders Brasil (Internet), em 21\/10\/2026, por Murilo Melo. &nbsp; H\u00e1 um ano, Neon e Creditas fecharam a primeira metade do ano no vermelho, enquanto o C6 Bank seguia lucrando. Agora, o retrato mudou. A Neon registrou, de janeiro a junho deste ano, o primeiro semestre lucrativo da sua hist\u00f3ria. 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